As chamadas fontes alternativas de crédito imobiliário – fundos, letras e certificados de recebíveis (FIIs, LCIs, LIGs e CRIs) – têm crescido nos últimos anos como boas opções de investimento na carteira dos brasileiros. Com isso, já superaram em termos nominais e relativos a poupança, que é, historicamente, a principal origem dos empréstimos para a compra e a construção de imóveis no Brasil.
Apesar do cenário econômico de juros ainda altos, o crédito imobiliário bateu recordes nos últimos anos, ajudado pela diversificação das fontes de recursos e pela menor dependência dos recursos direcionados, como os da caderneta de poupança.
